14 e 15 de julho
Ouro Preto
de 14 às 18 hrs Investimento de $30,00 Público Alvo -Crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas -Jovens e agentes multiplicadores que atuam em ONGs -Pertencentes da melhor idade que buscam melhoria na qualidade de vida -Graduandos e pesquisadores de cultura popular -Interessados em literatura de qualquer faixa etária e classe social. A oficina vai acontecer no Ateliê Nossa Senhora da Conceição, um novo espaço de artes em Ouro Preto. O endereço do Ateliê é Rua da Conceição, 14, no bairro Antônio Dias. Venham, participem!
A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos
portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias
de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na
região nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas
estendidas em feiras populares.
De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc. Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público. |
terça-feira, 10 de julho de 2012
mini curso de literatura de cordel, poesia popular e ritmo
quarta-feira, 20 de junho de 2012
uirapuru, waldemar henrique
uirapuru, linda canção de waldemar henrique, muitíssimo pouco conhecido e grande compositor brasileiro.
sobre waldemar henrique::::
Waldemar Henrique da Costa Pereira (Belém, PA, 15/02/1905 -
28/03/1995), pianista e compositor, passou sua infância na cidade de Porto,
Portugal. Voltou-se para a música quando retornou ao Brasil (apesar da forte
oposição da família. O que o fez, de certa forma, a estudar clandestinamente).
Em Belém, em 1918, estudou solfejo e piano com Nicota de Andrade. Estudou também
violino, harmonia, composição e canto.
"Minha Terra", composta em
1923, foi sua primeira música de sucesso. Estudou no Conservatório Carlos Gomes,
em 1929, tendo como professores Filomena Brandão e Ettore Bosio (harmonia e
composição), e Beatriz Simões (piano). Ainda nesta época, seu pai insistiu, mais
uma vez, com que se desviasse de sua vocação, empregando-o num banco.
No Rio de Janeiro, para onde
se mudou em 1933, estudou piano, composição, orquestração e regência com Barroso
Neto, Newton Pádua, Arthur Bosmans, Lorenzo Fernandez. Suas obras têm
principalmente como tema o folclore amazônico, indígena, nordestino e
afro-brasileiro (elementos praticamente desconhecidos, ate que Gastão Formenti
os gravasse na Victor). Rádios, teatros e cassinos do Rio de Janeiro, São Paulo
e Belo Horizonte foram os locais de sua maior atuação, tendo excursionado por
todo o Brasil e pelo exterior (Argentina, Uruguai, França, Espanha e
Portugal).
Sua irmã, a cantora Mara
Costa Pereira (Mara Henrique Ferraz) (1916-1975) acompanhava-o sempre em suas
apresentações. No Rio de Janeiro, além de professor, produziu programas para
várias emissoras; na Rádio Roquete Pinto foi diretor da seção de música
orquestral. Comissionado pelo Itamaraty, excursionou pela França, Espanha e
Portugal, em 1949 e em 1955, e pelo Paraguai, Uruguai e Argentina, em 1953 a
1954. Apesar da sedimentação de sua carreira, seu primeiro disco foi gravado
somente em 1956, com interpretação vocal de Jorge Fernandes. É autor da primeira
versão musical de "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto (1958),
poema dramático premiado pelo Jornal do Comércio. Por mais de 10 anos, o
compositor dirigiu o Teatro da Paz, de Belém, PA.
Trabalhou no Departamento de
Cultura e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, RJ. O livro "Waldemar Henrique:
o canto da Amazônia", de José Claver Filho, foi publicado pela Funarte, em 1978
(vol. 2, da Coleção MPB).
Em 1981 foi eleito para a
Academia Brasileira de Música.
Belém homenageou Waldemar
Henrique em um desfile de escola de samba, em 1985, quando o compositor
completava 80 anos. Compôs mais de 120 canções, das quais pode-se citar
"Abalogum", "Abaluaiê", "Adeus", "Boi-Bumbá", "Cabocla Malvada", "Coco penuruê",
"Curupira", "Cobra grande", "Essa Negra Fulô", "Matintaperera", "Meu Boi Vai-se
Embora", "Meu Último Luar", "No Jardim de Oeira", "Uirapuru".
suvaco de cobra
fragmento de uma noite no antológico bar suvaco de cobra, antro de sambistas bambas no centro histórico de salvador, bahia.
Assinar:
Postagens (Atom)