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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

vira saia apresenta maracá em salvador

Maracá é um verdadeiro mosaico de sons e imagens.
Tem sua concepção artística embasada na música afro-ameríndia aliada à poesia popular de raízes nordestinas, explorando sonoridades e texturas visuais que aliam o secular à vanguarda.
Suas composições conectam a Bahia com Minas e com a música popular brasileira como um todo, passando pelos batuques negros, pelo rock, bumba bois, blues, cacuriás, congados e afoxés, numa harmoniosa sinestesia com a dança.
 A estreia de Maracá na Bahia aconteceu no Teatro Gamboa Nova, em Salvador, em outubro de 2013.  Em dezembro do mesmo ano, o espetáculo foi reapresentado na Casa da Música de Itapuan. 
Vira Saia. Maracá. A dançarina Ann Mary Campbell
 
Vira Saia. Maracá. Os dançarinos Anderson e Antônio Telles e Vinícius.
 
 
Vira Saia. Maracá. O poeta e performer Osmar Tolstói.
Vira Saia. Maracá. O mestre da bateria baiana, Dom Lula Nascimento
Vira Saia. Maracá. O guitarrista Tuca Costa.
Vira Saia. Maracá. O poeta e percussionista Déi Ferreira.
 
Vira Saia. Maracá. O percussionista Leo França.
 
Vira Saia. maracá. A cantora Cau Gonçalves.
 
Vira Saia. Maracá. A musicista Mo Maiê.
 
Vira Saia . Maracá . Dom Lula Nascimento .
 
Vira Saia .  Maracá . O poeta Osmar Tolstói.
 
 
 
Abaixo vai a ficha técnica com os profissionais que participaram da brincadeira audiovisual:
Direção Musical: Tuca Costa
Direção de Cena: Dehi Ferreira
Direção de Video: Alberto Lima Guarani-Kaiowá
Comunicação e Design: Laboratório Lata
Iluminação: Zahia
Músicos: Tuca Costa, Mo Maie, DOm Lula Nascimento, Leonardo França, Gustavo Santos Neves, Cau Gonçalves, Osmar Simões Machado Jr., Dandara Baldez
Poetas: Dei Joseilton Ferreira e Osmar Simões
Dançarinos: Ann-Marie Campbell, Anderson Telles e Dandara Baldez
 
 
 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

ubuntu africanias estreia seu novo espetáculo, Ojú ònà, em comemoração ao mês da consciência negra

o grupo× Ubuntu lança seu novo espetáculo,× Ojú ònà, em Salvador 
É com prazer que aqui deixo registrado o anúncio do novo trabalho do Ubuntu, o espetáculo Ojú ònà. Dia 22 de novembro, no Cine Teatro Solar Boa Vista, no Engenho Velho de Brotas.
Às 19 horas, no Cine Teatro Solar Boa vista (Parque Solar Boa vista, s/nº, Engenho velho de Brotas) 
Entrada: $10,00 inteira e $5,00 meia.

Inspirado por poéticas de caminhos, o grupo Ubuntu lança o espetáculo "Ojú Ònà". Na língua yorubá, o nome se refere à palavra “caminho”, servindo de inspiração ao grupo, que propõe levar o espectador a uma verdadeira viagem através do som, do espaço e do tempo, em que o trajeto da música vinda da× África para o Brasil  é revisitado a partir da fusão de bases rítmicas do povo mandinga (malinké, do nordeste da África) com elementos da música popular brasileira. Os sons trazidos de lá pra cá, aqui se transformaram e agora voltam a reencontrar-se com suas próprias raízes.
A escolha do repertório e o processo de criação dos arranjos foram feitos com atenção nos mínimos detalhes, a fim de que a mistura entre a música africana e brasileira se desse de forma autêntica e original, mantendo a força da tradição de encontro com as possibilidades experimentais da música contemporânea.
As composições do espetáculo “Ojú ònà” são de autoria de Mo Maiê (MG), Emillie Lapa (BA), Matheus Leite (BA) e Tuca Costa (MG). A diversidade das influências e estilos dos compositores resultou em uma rica coletânea que tem como fio condutor caminhos percorridos unindo a mãe África ao× Brasil.
O conceito do Caminho e da serpente
Por quantos caminhos percorre o mundo? Por quais caminhos os mundos da terra se encontram com os mundos dos céus? Por que caminhos se encontram passado, presente e futuro?
São tantas as perguntas e as respostas, cada qual encontra de sua maneira, ao longo de sua própria vida.
O que se sabe é que o caminho e suas curvas nos faz lembrar as formas de uma serpente, um dos animais mais presentes na mitologia africana, bem como em diversas culturas antigas do mundo.
Como força primordial da criação, as sete cores do arco-íris, portadora do conhecimento ancestral em sua forma semelhante à estrutura do Dna, a serpente mostra-se como a síntese da própria vida. Algo grande e bonito que respira além das nossas limitações. Uma unidade psíquica (como era chamado no Iluminismo) ou uma unidade quântica (como agora é chamado). A unidade da raça humana, impressa em nossos arquétipos, mitos e lendas, uma enorme serpente que transmite as memórias de todo uma vida.


Ficha técnica: 
Thalita Batuk (tambores e voz) 
Mo Maiê (flauta, tambores e voz)
Jorgelina Oliva (djambé e voz)
Tuca Costa (guitarra e voz)
Emillie Lapa (baixo e voz)
Matheus Leite (trombone e voz)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

oficina de ritmo e poesia popular brasileira, com osmar tolstói

oficina de ritmo e poesia popular brasileira, com osmar tolstói

Nos dias 17 e 19 de outubro, o poeta, compositor e arte-educador Osmar Simões Machado Júnior (Tolstói) realiza oficina de Ritmo e Poesia Popular Brasileira no Estúdio Sereia.
Serão duas oficinas: uma para jovens e adultos, no dia 17, e outra para crianças, no dia 19.

A oficina é dividida em módulos teórico-práticos. A proposta é estimular a criação de textos poéticos pelos participantes e arranj
os rítmicos populares para estes. O trabalho é realizado através de noções simples e intuitivas de versificação popular, métrica e rima, e de células rítmicas brasileiras, tais como repente, coco, sambas, galopes etc. Serão utilizadas dinâmicas rítmicas com a utilização de instrumentos de percussão convencionais e recicláveis. São feitos exercícios individuais e/ou em grupos para melhor fixação do conteúdo abordado.

O evento contará também com a participação da musicista Mô Maie, dos grupos Vira Saia e Ubuntu.

As inscrições já estão abertas.

*No dia da oficina é preciso levar lápis, borracha, caneta e caderno.
Levem também instrumentos de percussão, caso saibam tocar.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Rádio Vira Saia

Em breve estará no arrrrr a Rádio Vira SAia, com entrevistas exclusivas de músicos e convidados especiais + muita música boa + poesia + muita informação sobre música e cultura popular brasileira!

Se liguem: bora sintonizar a antena cibernética! Pra deixar o gostinho na boca, um pouquinho de Vira Saia pra vocês no Soundcloud:::::

https://soundcloud.com/vira-saia/salsa-com-dende

Rádio Vira Saia Salvador....................

sábado, 31 de agosto de 2013

Vira Saia em Maracá. Salvador, 2013

O espetáculo Maracá é um verdadeiro mosaico de sons e imagens.
Tem sua concepção artística embasada na música afro-ameríndia aliada à poesia popular de raízes nordestinas, explorando sonoridades e texturas visuais que aliam o secular à vanguarda.

Suas composições conectam a Bahia com Minas e com a música popular brasileira como um todo, passando pelos batuques negros, pelo rock, bumba bois, blues, cacuriás, congados e afoxés, numa harmoniosa sinestesia com o vídeo-arte e a dança. 

Tuca Costa. Vira Saia Maracá Salvador 2013.
Considerado pelo grupo uma verdadeira "obra aberta", o Maracá (inicialmente concebido em Minas Gerais) vem se transformando e evoluindo, sem deixar de lado sua essência.
Atuando em Salvador (Bahia) desde 2012, o grupo Vira Saia está desenvolvendo novas composições musicais em parcerias com artistas e compositores baianos, sendo que tais composições estão sendo incorporadas ao repertório original do espetáculo, que, cada vez mais, se enriquece em nuances sonoras e poético-visuais.
Para conhecer mais sobre o Maracá, alguns dos links na internet:

domingo, 28 de julho de 2013

vira saia:::: sons tropicais

Na quinta Cultural do Dubliners Irish Pub, no bairro Rio Vermelho, em Salvador, o Vira Saia reviR.ou mais uma vez com seus tropicais afroRock Fusion>>>>>>

Tuca Costa, Isaías Alves, Sassá e Felipe Guedes, AfroJazzRock fusion!
Para quem quiser conferir um pouco do que rolou::::::


Na quinta 15 de agosto tem mais! Quem quiser maiores informações, virasaia@hotmail.com


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vira Saia no Carrinho da Alegria

vira saia sambas tropicais

Nessa sexta tem Vira Saia >>> Sambas Tropicais no Bar Carrinho da Alegria, rua Oswaldo Cruz, 6, no Rio Vermelho.

vira saia no sarau de itapuã

vira saia no sarau de itapuã, na casa da música na lagoa do abaeté!

O SARAU DE ITAPUÃ, realizado há seis anos, através de uma parceria da Casa da Música com a IMA (Independência Musical Associada), acontece quinzenalmente, às segundas-feiras, na Casa da Música, oferecendo uma programação de qualidade para a comunidade de Itapuã e visitantes, gratuitamente.
No próximo dia 22 de julho, a programação celebrará a abertura da exposição "Entre Mares"
(Uma Viagem à Turquia e à Grécia) de Maíra do Amaral, com as participações musicais do Grupo Vira Saia e Kimbaila.
Na área externa da Casa, contaremos com a presença de empreendedores da economia solidária, reunidos na tradicional feira.

O QUÊ: SARAU DE ITAPUÃ
QUANDO: 22 DE JULHO - SEGUNDA-FEIRA
ONDE: CASA DA MÚSICA - PARQUE METROPOLITANO DO ABAETÉ
HORA: A PARTIR DAS 18H. ATÉ 22H.
QUANTO: GRATUITO

domingo, 31 de março de 2013

Baquetas de ouro


Dom Lula Nascimento
Agora no dia 5 de abril o Vira Saia se apresentará na calourada da Uneb, em Salvador, levando ao público um repertório autoral com bastante swing e uma ilustre presença no palco: o grande mestre Dom Lula Nascimento, lenda viva da história da Música Brasileira e do Jazz Internacional.
Para conhecer um pouco mais sobre a história desse músico extraordinário, o documentário "Baquetas de ouro":


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

carnaval mariana e ouro preto 2013

Carnaval intenso, denso, inspirador. Vira Saia fez som de tambores e rock, de música de raíz com amplidões contemporâneas. Na emblemática praça do Antônio Dias, em Ouro Preto, abriu o Festival Grito Rock, produzido peloColetivo Muzinga em parceria com a Fundação De Arte Faop. Evento independente, conectando músicos ao redor do mundo no período do carnaval. Na Praça da Sé, em Mariana, levou o público ao êxtase e interação coletiva com suas rodas sonoras e corporais: os foliões dando-se as mãos para brincarem o autêntico carnaval...... Na praça do cinema, em Ouro Preto, com participação do artista circense Tomas Simao, que veio com sua performance equilibrista em plena festa do rei Mômo! E o Boi, o boi bumbou, boi colorido, trazendo cheiros do norte para abrilhantar ainda mais a frevança................... ano que vem tem mais! Cabe ainda agradecer ao super apoio cultural do Posto Shell de Mariana, através da pessoa doJosé Eustáquio Elias! Muito obrigado por acreditar nesse sonho musical!
As fotos abaixo foram feitas por Luciano Almeida, responsável pela Cultura em Revista, que pode ser lida no endereço:



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

lançamento do livro "jogo de discursos ", com o grupo Vira Saia


O lançamento do livro "Jogo de discursos – A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana", de Paulo Magalhães, será realizado no dia 19/11/2012, segunda-feira, a partir das 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Contará com a participação especial do Grupo Vira Saia, seguido de roda de capoeira angola. Imperdível! O evento faz parte da programação do Sabor do Saber ancestral, organizado pela ACANNE (Associação de Capoeira Navio Negreiro), de Salvador, Bahia. 


 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

sarau lítero musical

No galope na beira mar...


No dia 22 de agosto, o Vira Saia participou de um Sarau Lítero Musical "Viva a Poesia Viva", acompanhando o poeta Osmar Tolstói, um dos homenageados no evento, que aconteceu no Espaço Cultural Igreja da Barroquinha. O evento foi realizado pela Biblioteca Prometeu Infanto Juvenil e contou com a participação de vários poetas e músicos soteropolitanos. Mais trabalhos do poeta Osmar Tolstói podem ser conferidos, lidos relidos no blog: http://proseandoeversando.blogspot.com

feira de artes, maravilhas e esquisitices

Vira Saia na Feira de Artes Maravilhas e Esquisitices Além de várias atrações musicais, a Feira Independente traz oficinas, mostras de cinema e venda de artesanato........
 
 



terça-feira, 28 de agosto de 2012

xirê das pretas

 
 
 
foi especial a apresentação do Vira Saia no Xirê das Pretas de Agosto de 2012, em Salvador (BA).

 
Com intervenções poéticas da poetiza baiana Cléa Barbosa, a apresentação levou à cena a peneira e o pilão simbolizando elementos ancestrais do trabalho da mulher - mãe da resitência e da luta. aí vão algumas fotos da apresentação.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

vira saia mãe d´água no xirê das pretas


Sobre o Xirê das Pretas: XIRÊ (palavra de origem yorubá que significa festa, brincadeira relacionada a uma festa do candomblé com toques e cantigas) DAS PRETAS – HISTÓRIAS, CANÇÕES E POESIAS, acreditamos que podemos construir um processo dinâmico, permanente e coletivo, idealizando em novas práticas, que configuram novas alternativas de falas, expressões, atitudes e ações encarnadas nessas experiências das pretas, estando centrada na ancestralidade e realidade das mulheres negras, como suas lutas, conquistas e sonhos, sem perder de vista a diversidade existente entre elas/nós, combatendo o patriarcalismo, o racismo, o sexismo, a lesbofobia e todas as formas de opressão e dominação que recais sobre os corpostos e sexualidade das jovens mulheres negras.

vira saia no oliveira´s house bar


quarta-feira, 20 de junho de 2012

uirapuru, waldemar henrique



uirapuru, linda canção de waldemar henrique, muitíssimo pouco conhecido e grande compositor brasileiro.




sobre waldemar henrique::::
Waldemar Henrique da Costa Pereira (Belém, PA, 15/02/1905 - 28/03/1995), pianista e compositor, passou sua infância na cidade de Porto, Portugal. Voltou-se para a música quando retornou ao Brasil (apesar da forte oposição da família. O que o fez, de certa forma, a estudar clandestinamente). Em Belém, em 1918, estudou solfejo e piano com Nicota de Andrade. Estudou também violino, harmonia, composição e canto.
"Minha Terra", composta em 1923, foi sua primeira música de sucesso. Estudou no Conservatório Carlos Gomes, em 1929, tendo como professores Filomena Brandão e Ettore Bosio (harmonia e composição), e Beatriz Simões (piano). Ainda nesta época, seu pai insistiu, mais uma vez, com que se desviasse de sua vocação, empregando-o num banco.
No Rio de Janeiro, para onde se mudou em 1933, estudou piano, composição, orquestração e regência com Barroso Neto, Newton Pádua, Arthur Bosmans, Lorenzo Fernandez. Suas obras têm principalmente como tema o folclore amazônico, indígena, nordestino e afro-brasileiro (elementos praticamente desconhecidos, ate que Gastão Formenti os gravasse na Victor). Rádios, teatros e cassinos do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte foram os locais de sua maior atuação, tendo excursionado por todo o Brasil e pelo exterior (Argentina, Uruguai, França, Espanha e Portugal).
Sua irmã, a cantora Mara Costa Pereira (Mara Henrique Ferraz) (1916-1975) acompanhava-o sempre em suas apresentações. No Rio de Janeiro, além de professor, produziu programas para várias emissoras; na Rádio Roquete Pinto foi diretor da seção de música orquestral. Comissionado pelo Itamaraty, excursionou pela França, Espanha e Portugal, em 1949 e em 1955, e pelo Paraguai, Uruguai e Argentina, em 1953 a 1954. Apesar da sedimentação de sua carreira, seu primeiro disco foi gravado somente em 1956, com interpretação vocal de Jorge Fernandes. É autor da primeira versão musical de "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto (1958), poema dramático premiado pelo Jornal do Comércio. Por mais de 10 anos, o compositor dirigiu o Teatro da Paz, de Belém, PA.
Trabalhou no Departamento de Cultura e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, RJ. O livro "Waldemar Henrique: o canto da Amazônia", de José Claver Filho, foi publicado pela Funarte, em 1978 (vol. 2, da Coleção MPB).
Em 1981 foi eleito para a Academia Brasileira de Música.
Belém homenageou Waldemar Henrique em um desfile de escola de samba, em 1985, quando o compositor completava 80 anos. Compôs mais de 120 canções, das quais pode-se citar "Abalogum", "Abaluaiê", "Adeus", "Boi-Bumbá", "Cabocla Malvada", "Coco penuruê", "Curupira", "Cobra grande", "Essa Negra Fulô", "Matintaperera", "Meu Boi Vai-se Embora", "Meu Último Luar", "No Jardim de Oeira", "Uirapuru".