sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

vira saia no carnaval de Ouro Preto

vira saia no carnaval de ouro preto 2015
Na segunda de Carnaval em Ouro Preto com muitos sambas, marchas, cocos, cirandas e outros batuques! Venha que Vira Saia vai virar carnaval!
Com a participação especial de toda a família Vira Saia, fazendo a ponte entre os poetas da Bahia (Osmar Tolstói e Déi Ferreira) e os músicos mineiros Tuca Costa, Mo Maiê, Tiago Valentim e Ticopercuteria.
O grupo vai tocar no charmoso vilarejo de Santa Rita de Ouro Preto, terra de congado e trabalhos artesanais em pedra sabão.
Venha pular conosco nessa linda festa!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

sarau sereia

 
Sarau Sereia
 
O Sarau Sereia é um espaço para poesia, música e performances artísticas.
Iniciativa do poeta Osmar Tolstói (compositor e integrante do bando Vira Saia),  o Sarau está sendo realizado uma vez por mês no espaço do Estúdio Sereia, no Alto da Sereia, comunidade quilombola do Rio Vermelho (Salvador da Bahia).
A proposta é levar o que há de melhor da cena soteropolitana da literatura, poesia, música, performance, possibilitando partilhas entre poetas, a comunidade e os convidados.
A primeira parte do Sarau é sempre dedicada às crianças, com muita alegria. No lançamento do projeto o Mestre Vermelho de capoeira do bairro do Engenho levou mais de trinta crianças capoeiristas, emocionando a todos os presentes.
A segunda parte é aberta ao público adulto e é um pouco mais apimentada, irreverente, lindo demais!
 
 
sarau sereia

sarau sereia
 
 
Para curtir a fan page do evento, que será mensal até julho de 2015:::
 
 
 
 
 
 
 
 

vira saia homenageia Yemanjá na festa de 2 de fevereiro


camarote 2 de fevereiro: Vira Saia é uma das atrações confirmadas

Com muita alegria o Vira Saia foi uma das atrações das festividades do Camarote 2 de fevereiro, no Rio Vermelho, em Salvador, comemorando a festa de uma das orixás mais amadas do Brasil: Yemanjá.
O repertório recheado de grandes sucessos autorais do grupo, fez ainda um recorrido pelos ritmos da música popular brasileira, como maxixes, jongos, sambas de roda, côcos levando a todos presentes a se encantar com a beleza dos temas e harmonia dos músicos.
Até o ano que vem! 

vira saia no festival pocar 2015

festival pocar 2015

Emoção é forte: encontrar os companheiros de Minas no Festival Pocar 2015, em Conceição da Barra (Espírito Santo) terra de muita ancestralidade e beleza! Forte salve a todos que por lá compartilharam conosco!
Foram quatro dias de programação totalmente gratuita. Pelo terceiro ano o POCAR ocupou as ruas da cidade, mostrando que sim; é possível um novo olhar sobre os rumos da cultura e do turismo no norte do Espírito Santo.
Obrigado a todos que compartilharam conosco momentos tão bonitos. Conceição da Barra Pocou de alegria! Até o próximo ano!

festival pocar 2015

vira saia

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

vira saia apresenta maracá em salvador

Maracá é um verdadeiro mosaico de sons e imagens.
Tem sua concepção artística embasada na música afro-ameríndia aliada à poesia popular de raízes nordestinas, explorando sonoridades e texturas visuais que aliam o secular à vanguarda.
Suas composições conectam a Bahia com Minas e com a música popular brasileira como um todo, passando pelos batuques negros, pelo rock, bumba bois, blues, cacuriás, congados e afoxés, numa harmoniosa sinestesia com a dança.
 A estreia de Maracá na Bahia aconteceu no Teatro Gamboa Nova, em Salvador, em outubro de 2013.  Em dezembro do mesmo ano, o espetáculo foi reapresentado na Casa da Música de Itapuan. 
Vira Saia. Maracá. A dançarina Ann Mary Campbell
 
Vira Saia. Maracá. Os dançarinos Anderson e Antônio Telles e Vinícius.
 
 
Vira Saia. Maracá. O poeta e performer Osmar Tolstói.
Vira Saia. Maracá. O mestre da bateria baiana, Dom Lula Nascimento
Vira Saia. Maracá. O guitarrista Tuca Costa.
Vira Saia. Maracá. O poeta e percussionista Déi Ferreira.
 
Vira Saia. Maracá. O percussionista Leo França.
 
Vira Saia. maracá. A cantora Cau Gonçalves.
 
Vira Saia. Maracá. A musicista Mo Maiê.
 
Vira Saia . Maracá . Dom Lula Nascimento .
 
Vira Saia .  Maracá . O poeta Osmar Tolstói.
 
 
 
Abaixo vai a ficha técnica com os profissionais que participaram da brincadeira audiovisual:
Direção Musical: Tuca Costa
Direção de Cena: Dehi Ferreira
Direção de Video: Alberto Lima Guarani-Kaiowá
Comunicação e Design: Laboratório Lata
Iluminação: Zahia
Músicos: Tuca Costa, Mo Maie, DOm Lula Nascimento, Leonardo França, Gustavo Santos Neves, Cau Gonçalves, Osmar Simões Machado Jr., Dandara Baldez
Poetas: Dei Joseilton Ferreira e Osmar Simões
Dançarinos: Ann-Marie Campbell, Anderson Telles e Dandara Baldez
 
 
 

Coletivo Vira Saia e o Estudio Sereia

Aqueles que acompanham de perto a saga do Vira Saia entre as estradas de Minas e Bahia já sabem que o coletivo agora tem uma sede em Salvador, no alto da Sereia, comunidade quilombola na beira mar, entre os bairros Ondina e Rio Vermelho.
Conhecido como "Estudio Sereia" o espaço agora está sob coordenação geral do músico e diretor musical do Vira Saia, Tuca Costa que trabalha em colaboração com uma banca de curadores nas áreas de música, literatura, terapia, teatro e dança.
Desde setembro o espaço vem desenvolvendo atividades com as crianças (como a brinquedoteca); aulas de música e yoga; oficinas de palhaçaria; varietés, saraus literários; rodas de mulheres, jam sessions musicais e aulas de literatura.
Para conhecer mais ou saber maiores informações sobre o Estúdio Sereia, você pode acessar a fan page do espaço:
                                                     https://www.facebook.com/estudiosereia

Estúdio Sereia, uma das casas do Vira Saia na Bahia

Estúdio Sereia, uma das casas do Vira Saia na Bahia


Apresentação de ginástica no Estúdio Sereia. Vira Saia na Bahia
Estúdio Sereia, uma das casas do Vira Saia na Bahia
Visão do Alto da Sereia. Vira Saia na Bahia
Aula de dança no Estudio Sereia

Sarau Sereia. Vira Saia na Bahia

  

 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

ubuntu africanias estreia seu novo espetáculo, Ojú ònà, em comemoração ao mês da consciência negra

o grupo× Ubuntu lança seu novo espetáculo,× Ojú ònà, em Salvador 
É com prazer que aqui deixo registrado o anúncio do novo trabalho do Ubuntu, o espetáculo Ojú ònà. Dia 22 de novembro, no Cine Teatro Solar Boa Vista, no Engenho Velho de Brotas.
Às 19 horas, no Cine Teatro Solar Boa vista (Parque Solar Boa vista, s/nº, Engenho velho de Brotas) 
Entrada: $10,00 inteira e $5,00 meia.

Inspirado por poéticas de caminhos, o grupo Ubuntu lança o espetáculo "Ojú Ònà". Na língua yorubá, o nome se refere à palavra “caminho”, servindo de inspiração ao grupo, que propõe levar o espectador a uma verdadeira viagem através do som, do espaço e do tempo, em que o trajeto da música vinda da× África para o Brasil  é revisitado a partir da fusão de bases rítmicas do povo mandinga (malinké, do nordeste da África) com elementos da música popular brasileira. Os sons trazidos de lá pra cá, aqui se transformaram e agora voltam a reencontrar-se com suas próprias raízes.
A escolha do repertório e o processo de criação dos arranjos foram feitos com atenção nos mínimos detalhes, a fim de que a mistura entre a música africana e brasileira se desse de forma autêntica e original, mantendo a força da tradição de encontro com as possibilidades experimentais da música contemporânea.
As composições do espetáculo “Ojú ònà” são de autoria de Mo Maiê (MG), Emillie Lapa (BA), Matheus Leite (BA) e Tuca Costa (MG). A diversidade das influências e estilos dos compositores resultou em uma rica coletânea que tem como fio condutor caminhos percorridos unindo a mãe África ao× Brasil.
O conceito do Caminho e da serpente
Por quantos caminhos percorre o mundo? Por quais caminhos os mundos da terra se encontram com os mundos dos céus? Por que caminhos se encontram passado, presente e futuro?
São tantas as perguntas e as respostas, cada qual encontra de sua maneira, ao longo de sua própria vida.
O que se sabe é que o caminho e suas curvas nos faz lembrar as formas de uma serpente, um dos animais mais presentes na mitologia africana, bem como em diversas culturas antigas do mundo.
Como força primordial da criação, as sete cores do arco-íris, portadora do conhecimento ancestral em sua forma semelhante à estrutura do Dna, a serpente mostra-se como a síntese da própria vida. Algo grande e bonito que respira além das nossas limitações. Uma unidade psíquica (como era chamado no Iluminismo) ou uma unidade quântica (como agora é chamado). A unidade da raça humana, impressa em nossos arquétipos, mitos e lendas, uma enorme serpente que transmite as memórias de todo uma vida.


Ficha técnica: 
Thalita Batuk (tambores e voz) 
Mo Maiê (flauta, tambores e voz)
Jorgelina Oliva (djambé e voz)
Tuca Costa (guitarra e voz)
Emillie Lapa (baixo e voz)
Matheus Leite (trombone e voz)