domingo, 31 de março de 2013

Baquetas de ouro


Dom Lula Nascimento
Agora no dia 5 de abril o Vira Saia se apresentará na calourada da Uneb, em Salvador, levando ao público um repertório autoral com bastante swing e uma ilustre presença no palco: o grande mestre Dom Lula Nascimento, lenda viva da história da Música Brasileira e do Jazz Internacional.
Para conhecer um pouco mais sobre a história desse músico extraordinário, o documentário "Baquetas de ouro":


quinta-feira, 7 de março de 2013

discografia do selo aparando a grama


Aparando a grama é o selo independente da Vira Saia Produções. 
Criada em 2007, em Ouro Preto (MG), atualmente o selo tem um catálogo de quatro títulos fonográficos que contam com a participação de grande número de músicos, transitantes de diversos estilos musicais.
Visando fomentar a cena musical independente dos lugares onde atua, além de valorizar a criação musical autoral aliada à pesquisa musical o selo ainda visa integrar outras linguagens artísticas em seu trabalho, como as artes plásticas. 


                                                                Polkas e Boas Histórias
Ilustração de Violeta Cenzi, http://violetacenzi.blogspot.com.br/

O disco "Polkas e boas Histórias" é uma coletânea de canções instrumentais. A maior parte das músicas compõem um projeto de resgate de antigas canções da região mineira dos Inconfidentes, criado em 2006.
Foi nesse ano que o músico húngaro nacionalizado brasileiro Ian Guest transcreveu 10 composições encontradas entre documentos antigos em um sobrado de Monsenhor Horta (distrito de Mariana, Minas Gerais), criadas por músicos do vilarejo e perdidas pelo tempo. Lundus e polkas, ancestrais do samba e do chorinho. Tais composições datavam da última década do século XIX e aparentavam não terem sido manuseadas há mais de cem anos. A partir de partituras re-harmonizadas por Ian Guest, foram realizadas algumas apresentações das dez canções com a participação de músicos residentes em Ouro Preto e Mariana.
Os músicos que participaram das gravações originais do projeto de resgate musical são:
- Ian Guest (piano)
Tuca Costa (bandolim)
Marcelo Z (violão)
André Scarabellot (cavaquinho)
A produção foi feita por Eliane Sandi, responsável pela Fita Crepe Produções.
Além das composições resgatadas, há ainda duas composições de Ian Guest (Aurora Boreal), Ian Guest em parceria com Tuca Costa (Minha chopinião) e de Wellington Costa (Violão do PC).
A ilustração da capa e contracapa do disco é da artista paulista Violeta Cenzi, seu trabalho pode ser apreciado no site:
http://violetacenzi.blogspot.com.br/


                                                                            Furamundo
Yasobá. Ilustração de Bárbara Mól, abarbaramol@gmail.com

Furamundo é uma coletânea de composições autorais do grupo, na sua maioria gravadas ao vivo durante o espetáculo "Maracá", em sua estreia na Casa da Ópera de Ouro Preto, em 2011. Com a participação de mais de vinte artistas, Maracá surpreendeu ao público e à crítica por sua riqueza e diversidade musical e artística, embasadas em vários anos de pesquisa da música popular brasileira e latina, aliados a elementos plásticos e cênicos contemporâneos.
Suas canções (assinadas por Tuca Costa e Mo Maie), vão de batuques negros, do afoxé, do samba e marchinhas de outrora, da música raíz do sertão, do rock, flamenco, da música indiana e do reggae, numa harmoniosa sinestesia.
Algumas das canções do disco podem ser escutadas no site:
http://www.virasaia.tnb.art.br/
As ilustrações de capa e contracapa são assinadas pela artista plástica mineira Bárbara Mol. Seu trabalho pode ser conferido no site:
http://www.flickr.com/photos/corpodual/


                                                                              Contos dos Orixás
O nascimento de Ogum. Pintura de Oswaldo Griot

O Conto dos Orixás nasceu em Barcelona, Espanha, em 2008, de uma parceria de Mônica Elias (Mo Maie) com a artista costariquense Analu Alvarado e continua em andamento. O objetivo do projeto é gravar contos musicais dos treze principais orixás da tradição das religiões afro brasileiras. Durante o processo de gravação dos contos, a narradora e os músicos se encontram no estúdio para gravar ao vivo os arranjos improvisados em cima de textos poéticos que contam a história das divindades yorubás mescladas com poesia surreal. Em 2008, em Barcelona, foram gravados os contos de Exu e Yemanjá. Em 2009, em Mariana, o conto de Oxossi. E em Salvador, Bahia, em 2013, será gravado o conto de Oxum.

Os contos podem ser escutados no endereço: 
http://www.myspace.com/monicaeelias
A pintura da capa do disco é do artista Oswaldo Griot, paulista radicado em Salvador, na Bahia, há mais de trinta anos.



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Atirei no mar: Vira Saia homenageia as Três ceguinhas

Vira Saia interpreta "Atirei no Mar", canção popularizada pelas três irmãs ceguinhas de Campina Grande, no disco "A pessoa é para o que nasce".
O vídeo foi filmado e produzido por CulturaEmRevista.com.br. 


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

carnaval mariana e ouro preto 2013

Carnaval intenso, denso, inspirador. Vira Saia fez som de tambores e rock, de música de raíz com amplidões contemporâneas. Na emblemática praça do Antônio Dias, em Ouro Preto, abriu o Festival Grito Rock, produzido peloColetivo Muzinga em parceria com a Fundação De Arte Faop. Evento independente, conectando músicos ao redor do mundo no período do carnaval. Na Praça da Sé, em Mariana, levou o público ao êxtase e interação coletiva com suas rodas sonoras e corporais: os foliões dando-se as mãos para brincarem o autêntico carnaval...... Na praça do cinema, em Ouro Preto, com participação do artista circense Tomas Simao, que veio com sua performance equilibrista em plena festa do rei Mômo! E o Boi, o boi bumbou, boi colorido, trazendo cheiros do norte para abrilhantar ainda mais a frevança................... ano que vem tem mais! Cabe ainda agradecer ao super apoio cultural do Posto Shell de Mariana, através da pessoa doJosé Eustáquio Elias! Muito obrigado por acreditar nesse sonho musical!
As fotos abaixo foram feitas por Luciano Almeida, responsável pela Cultura em Revista, que pode ser lida no endereço:



vira saia no grito rock ouro preto 2013

Abrindo o Festival Grito Rock Ouro Preto, na sexta-feira dia 8 de fevereiro, o Vira Saia levou ao público um espetáculo com essência roqueira aliada à forte presença percussiva, especialmente de tambores. O Côco com o Rock and Roll, o Cacuriá Punk.




O figurino foi inspirado pela estética Armorial, presente na cultura do nordeste brasileiro.
Também participaram do evento as bandas Dibigode, Gustavito, Aeromoças e Tenistas Russas e O Quinto. A produção foi feita pelo Coletivo Muzinga em parceria com a FAOP e a comunidade. O palco foi montado na enigmática praça do bairro Antônio Dias, como uma opção ao axé das repúblicas e às marchinhas dos blocos tradicionais. 




Sobre O Festival Grito Rock:::
Depois de integrar todos os estados e regiões brasileiras e extrapolar as fronteiras conectando grande parte da América Latina, o Festival Grito Rock alcança 300 cidades de 30 países diferentes, este ano. Além dos latinos, outros países dos continentes da Europa, Oceania, África, por exemplo, integram-se ao evento. Produzido de forma colaborativa desde 2005, o Grito Rock  foi criado como uma alternativa ao carnaval tradicional e em 2013 acontece entre o período de 1º de fevereiro a 03 de março.
“O festival é construído colaborativamente pela rede de produtores formada a cada ano e que se fortalece com as conexões para potencializar a realidade local”, explica o coordenador nacional do Grito Rock, Felipe Altenfelder.  A produção colaborativa envolve cerca de 9 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente, sendo divididos entre empregos formais e informais, autônomos, voluntários e – boa parte deles – são de colaboradores da produção, que recebem em moedas sociais ao invés da moeda oficial vigente (Real). “O Grito Rock foi a primeira tecnologia Fora do Eixo a mostrar numericamente a potência do trabalho replicado, multiplicado, descentralizado, aumentando o volume de moeda social investida no cenário cultural, em rede, distribuindo nas pontas, chegando a atingir mais de 200 territórios no mundo com capacidade de se desdobrar em núcleos coletivos de empreendimentos culturais.” – comenta a gestora do Banco Fora do Eixo, Lenissa Lenza.
As fotos abaixo são de Luís Bocchino.


Abrindo o Grito Rock Ouro Preto, Vira Saia na praça do Antônio Dias. foto de Luis Boccino.

Vira Saia, Grito Rock Ouro Preto 2013. foto de Luis Boccino.
Vira Saia: Grito Rock Ouro Preto. foto de Luis Boccino.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Vira Saia no Grito Rock Ouro Preto

 



Em sua 2ª edição, o Grito Rock Ouro Preto traz apresentações das bandas Dibigode, Gustavito, Galanga, Vira Saia, Aeromoças e Tenistas Russas e O Quinto.
Desta vez, no palco do Antônio Dias de Cultura, evento organizado pela grande parceira do Coletivo Muzinga, Fundação de Arte de Ouro Preto junto à comunidade.
O evento acontece nos dias 08 e 09, a partir das 23h, no bairro Antônio Dias.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

oficina de tecido acrobático, por Lulu


A acrobacia em tecido integra teatro, dança e outras formas de expressão. Apresenta-se como uma alternativa estimulante para fugir da rotina, proporcionando relaxamento, ao mesmo tempo em que fortalece e define a musculatura.
É uma modalidade circense aérea relativamente nova no mundo do circo. É um aparelho de fácil aprendizagem, uma vez que o material (tecido) se molda ao corpo, adaptando-se as características do praticante.
A prática do tecido desnuda nuances do corpo jamais imaginados por quem o pratica e atrai pessoas interessadas em fazer atividade física de forma lúdica, fugindo dos exercícios repetitivos. 

De::: 31 de janeiro ao 6 de fevereiro

Horário::: 15:30h às 17:30h

Público::: Artistas (experientes ou iniciantes) e interessados em geral (idade mínima  13 anos)

Local::: Tenda Trem da Vale,

Estação Ferroviária de Ouro Preto

Inscrições no local

Contato + Informações: virasaia@hotmail.com
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